A transição da análise de lâminas físicas para o ambiente digital é uma realidade cada vez mais presente nos laboratórios de patologia. Entre as ferramentas que possibilitam essa transformação, os Scanners para Patologia Digital desempenham um papel central. Esses dispositivos capturam imagens de alta resolução das lâminas histopatológicas, permitindo que sejam visualizadas, analisadas e compartilhadas de forma eficiente e segura. Neste artigo, exploraremos cinco dos principais scanners disponíveis no mercado — Roche, Leica, Philips, Motic e KFBIO —, seus diferenciais e o impacto que exercem na rotina laboratorial.
1. Roche: Referência em Scanners Patologia para Digital
A Roche é uma das empresas mais renomadas no campo da patologia digital, oferecendo scanners que unem alta precisão, velocidade e integração com softwares avançados.
Tecnologia de ponta e confiabilidade
Os scanners da Roche se destacam por sua capacidade de captura rápida de imagens de lâminas completas, mantendo a qualidade e a nitidez necessárias para análises detalhadas. Essa agilidade é crucial em laboratórios de grande porte, onde centenas de amostras precisam ser digitalizadas diariamente.
Integração com sistemas laboratoriais
Outro diferencial da Roche é a compatibilidade com soluções de gestão de laboratório (LIS), que permite uma conexão fluida entre a digitalização e o fluxo de trabalho existente. Isso evita retrabalho e garante rastreamento preciso das amostras.
2. Leica: Tradição e inovação em Scanners para Patologia Digital
A Leica Biosystems é reconhecida mundialmente pela sua tradição em microscopia e patologia, e seus scanners digitais refletem essa experiência.
Qualidade de imagem excepcional
Os modelos de scanners da Leica oferecem resolução de imagem extremamente detalhada, permitindo que patologistas façam análises precisas mesmo em estruturas celulares sutis. Essa qualidade é essencial para diagnósticos oncológicos e revisões complexas.
Suporte a fluxos de trabalho colaborativos
Os equipamentos da Leica também facilitam a colaboração entre especialistas, possibilitando o compartilhamento rápido de imagens e a revisão conjunta de casos — um ponto essencial na era da patologia digital colaborativa.
3. Philips: Versatilidade e conectividade
A Philips tem investido fortemente no campo da patologia digital, oferecendo scanners que equilibram velocidade, precisão e facilidade de integração.
Desempenho ideal para diferentes portes de laboratórios
Os scanners Philips são projetados para atender tanto grandes centros diagnósticos quanto laboratórios de médio porte, adaptando-se às diferentes demandas de volume e complexidade.
Compatibilidade com softwares avançados
Outra vantagem é sua compatibilidade com softwares de visualização universal, como o Allyve da Oncodata, permitindo que as lâminas digitalizadas possam ser anotadas, medidas e compartilhadas com segurança.
4. Motic: Eficiência e custo-benefício
A Motic tem se consolidado como uma opção acessível e eficiente para laboratórios que desejam iniciar sua jornada na digitalização.
Equipamentos práticos e robustos
Os scanners Motic oferecem bom desempenho de digitalização com custo competitivo, tornando-se uma escolha viável para instituições que estão migrando gradualmente para a patologia digital.
Ferramentas complementares inclusas
Além da digitalização, a Motic disponibiliza softwares complementares que auxiliam no gerenciamento das imagens, permitindo organização e fácil acesso às lâminas digitalizadas.
5. KFBIO: Tecnologia emergente em Scanners
A KFBIO é uma empresa que vem ganhando espaço no mercado internacional, oferecendo scanners com bom equilíbrio entre inovação, qualidade e custo.
Digitalização ágil e flexível
Os scanners KFBIO foram projetados para digitalização em larga escala, mas também podem ser utilizados em laboratórios de menor porte, adaptando-se a diferentes demandas operacionais.
Potencial para integração com inteligência artificial
Um dos diferenciais dessa marca é seu potencial de integração futura com hubs de inteligência artificial, possibilitando a aplicação de algoritmos avançados diretamente sobre as imagens digitalizadas.
Considerações importantes ao escolher Scanners para Patologia Digital
Selecionar o scanner adequado é um passo fundamental para laboratórios que desejam migrar para a patologia digital. Aspectos como resolução de imagem, velocidade de digitalização, compatibilidade com softwares existentes, suporte técnico e custo devem ser cuidadosamente avaliados.
Conclusão
Os Scanners Patologia para Digital estão redefinindo a prática da patologia moderna, trazendo agilidade, precisão e colaboração para os laboratórios. Marcas como Roche, Leica, Philips, Motic e KFBIO oferecem soluções variadas para diferentes perfis de instituições, permitindo desde a digitalização em larga escala até o uso mais especializado.
Allyve da Oncodata: o complemento ideal para os principais scanners do mercado
Além de escolher um bom scanner, é fundamental contar com um visualizador compatível com os diferentes formatos de imagem do mercado. Cada fabricante utiliza extensões proprietárias – como .bif (Roche), .kfb (KFBio) e .iSyntax / .i2Syntax (Philips) – que muitas vezes dificultam a integração entre sistemas. O Allyve da Oncodata elimina essa barreira ao funcionar como um viewer universal, capaz de ler e processar essas extensões em um único ambiente. Nele, o patologista pode inserir anotações, realizar medições precisas e compartilhar casos de forma segura e em conformidade com a LGPD. Assim, a patologia digital torna-se mais fluida, colaborativa e eficiente, sem a necessidade de múltiplas plataformas.




